domingo, 10 de janeiro de 2010
A VIDA DAS PLANTAS
A VIDA DAS PLANTAS
Ô,Ô,Ô/ A vida das plantas
Caule, raiz/ folhas, flores e frutos
Possuem as árvores/ Possuem as plantas
Quando na terra/ Isso acontece
Formou-se uma árvore
Que a nós enriquece
É a raiz que prende a planta no chão
Que tira do solo a alimentação
Que é preciso pra planta viver
E bem frondosa a planta crescer
Caule, haste ou tronco é a parte da planta
Que as folhas, flores, frutos vai segurar
Prender, também os galhos e ramos
Por onde a planta vai se alimentar.
Com cores verdes vão as folhas ficar
É a clorofila que vai pigmentar
Pro gás carbônico respirar
E em oxigênio se transformar.
Nascem as flores, se transformam em frutos
No alimento que é vida, é prazer
E se alguém planta a semente da fruta
Uma nova planta vai nascer.
A VIDA DAS PLANTAS
Ô,Ô,Ô/ A vida das plantas
Caule, raiz/ folhas, flores e frutos
Possuem as árvores/ Possuem as plantas
Quando na terra/ Isso acontece
Formou-se uma árvore
Que a nós enriquece
É a raiz que prende a planta no chão
Que tira do solo a alimentação
Que é preciso pra planta viver
E bem frondosa a planta crescer
Caule, haste ou tronco é a parte da planta
Que as folhas, flores, frutos vai segurar
Prender, também os galhos e ramos
Por onde a planta vai se alimentar.
Com cores verdes vão as folhas ficar
É a clorofila que vai pigmentar
Pro gás carbônico respirar
E em oxigênio se transformar.
Nascem as flores, se transformam em frutos
No alimento que é vida, é prazer
E se alguém planta a semente da fruta
Uma nova planta vai nascer.
A VIDA DAS PLANTAS
Ô,Ô,Ô/ A vida das plantas
Caule, raiz/ folhas, flores e frutos
Possuem as árvores/ Possuem as plantas
Quando na terra/ Isso acontece
Formou-se uma árvore
Que a nós enriquece
É a raiz que prende a planta no chão
Que tira do solo a alimentação
Que é preciso pra planta viver
E bem frondosa a planta crescer
Caule, haste ou tronco é a parte da planta
Que as folhas, flores, frutos vai segurar
Prender, também os galhos e ramos
Por onde a planta vai se alimentar.
Com cores verdes vão as folhas ficar
É a clorofila que vai pigmentar
Pro gás carbônico respirar
E em oxigênio se transformar.
Nascem as flores, se transformam em frutos
No alimento que é vida, é prazer
E se alguém planta a semente da fruta
Uma nova planta vai nascer.
Ô,Ô,Ô/ A vida das plantas
Caule, raiz/ folhas, flores e frutos
Possuem as árvores/ Possuem as plantas
Quando na terra/ Isso acontece
Formou-se uma árvore
Que a nós enriquece
É a raiz que prende a planta no chão
Que tira do solo a alimentação
Que é preciso pra planta viver
E bem frondosa a planta crescer
Caule, haste ou tronco é a parte da planta
Que as folhas, flores, frutos vai segurar
Prender, também os galhos e ramos
Por onde a planta vai se alimentar.
Com cores verdes vão as folhas ficar
É a clorofila que vai pigmentar
Pro gás carbônico respirar
E em oxigênio se transformar.
Nascem as flores, se transformam em frutos
No alimento que é vida, é prazer
E se alguém planta a semente da fruta
Uma nova planta vai nascer.
A VIDA DAS PLANTAS
Ô,Ô,Ô/ A vida das plantas
Caule, raiz/ folhas, flores e frutos
Possuem as árvores/ Possuem as plantas
Quando na terra/ Isso acontece
Formou-se uma árvore
Que a nós enriquece
É a raiz que prende a planta no chão
Que tira do solo a alimentação
Que é preciso pra planta viver
E bem frondosa a planta crescer
Caule, haste ou tronco é a parte da planta
Que as folhas, flores, frutos vai segurar
Prender, também os galhos e ramos
Por onde a planta vai se alimentar.
Com cores verdes vão as folhas ficar
É a clorofila que vai pigmentar
Pro gás carbônico respirar
E em oxigênio se transformar.
Nascem as flores, se transformam em frutos
No alimento que é vida, é prazer
E se alguém planta a semente da fruta
Uma nova planta vai nascer.
A VIDA DAS PLANTAS
Ô,Ô,Ô/ A vida das plantas
Caule, raiz/ folhas, flores e frutos
Possuem as árvores/ Possuem as plantas
Quando na terra/ Isso acontece
Formou-se uma árvore
Que a nós enriquece
É a raiz que prende a planta no chão
Que tira do solo a alimentação
Que é preciso pra planta viver
E bem frondosa a planta crescer
Caule, haste ou tronco é a parte da planta
Que as folhas, flores, frutos vai segurar
Prender, também os galhos e ramos
Por onde a planta vai se alimentar.
Com cores verdes vão as folhas ficar
É a clorofila que vai pigmentar
Pro gás carbônico respirar
E em oxigênio se transformar.
Nascem as flores, se transformam em frutos
No alimento que é vida, é prazer
E se alguém planta a semente da fruta
Uma nova planta vai nascer.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
MAGUSTO NA ESCOLA
Língua Portuguesa
Lê o texto.
Hoje fez-se um magusto no recreio da escola. Todos os meninos trouxeram um saquinho de castanhas que juntaram num grande monte. O dia estava lindo …
Depois foram ao pinhal arranjar molhinhos de caruma.
Com a caruma, assaram as castanhas numa fogueira muito grande. As labaredas tinham metros de altura! De vez em quando, ouviam-se estoiros. Eram as castanhas a rebentar.
Quando ficaram assadinhas, muito enfarruscadas por fora, mas loirinhas e apetitosas por dentro, sentaram-se todos no chão, comeram as castanhas e beberam sumo de laranja.
Depois deram as mãos e, professores e alunos, formaram uma grande roda para começarem a jogar o gato e o rato.
António Mota ( adaptado)
Agora, responde.
1. Refere o principal acontecimento desta história.
______________________________________________________
2. Quem levou as castanhas para o magusto?
____________________________________________________________________________________________________________
3. “ Depois foram ao pinhal arranjar molhinhos de caruma.”
3.1 Diz quem arranjou a caruma.
______________________________________________________
3.2 Para que serviu a caruma.
______________________________________________________
4. Qual a razão porque se ouviam estoiros?
____________________________________________________________________________________________________________
5. Numera com 1, 2, 3, 4, 5, de acordo com os acontecimentos
do texto…
Assaram castanhas na fogueira.
Os meninos levaram castanhas para a escola.
Comeram-nas e beberam sumo de laranja.
Alunos e professores jogaram o gato e o rato.
Depois arranjaram caruma num pinhal.
Ortografia
Retira do texto as palavras com nh de castanha.
________________ ________________ _______________
________________ ________________ _______________
Agora escreve.
Na tua escola, também se realizou um magusto.
Conta como foi e ilustra o teu texto.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Lê o texto.
Hoje fez-se um magusto no recreio da escola. Todos os meninos trouxeram um saquinho de castanhas que juntaram num grande monte. O dia estava lindo …
Depois foram ao pinhal arranjar molhinhos de caruma.
Com a caruma, assaram as castanhas numa fogueira muito grande. As labaredas tinham metros de altura! De vez em quando, ouviam-se estoiros. Eram as castanhas a rebentar.
Quando ficaram assadinhas, muito enfarruscadas por fora, mas loirinhas e apetitosas por dentro, sentaram-se todos no chão, comeram as castanhas e beberam sumo de laranja.
Depois deram as mãos e, professores e alunos, formaram uma grande roda para começarem a jogar o gato e o rato.
António Mota ( adaptado)
Agora, responde.
1. Refere o principal acontecimento desta história.
______________________________________________________
2. Quem levou as castanhas para o magusto?
____________________________________________________________________________________________________________
3. “ Depois foram ao pinhal arranjar molhinhos de caruma.”
3.1 Diz quem arranjou a caruma.
______________________________________________________
3.2 Para que serviu a caruma.
______________________________________________________
4. Qual a razão porque se ouviam estoiros?
____________________________________________________________________________________________________________
5. Numera com 1, 2, 3, 4, 5, de acordo com os acontecimentos
do texto…
Assaram castanhas na fogueira.
Os meninos levaram castanhas para a escola.
Comeram-nas e beberam sumo de laranja.
Alunos e professores jogaram o gato e o rato.
Depois arranjaram caruma num pinhal.
Ortografia
Retira do texto as palavras com nh de castanha.
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________________ ________________ _______________
Agora escreve.
Na tua escola, também se realizou um magusto.
Conta como foi e ilustra o teu texto.
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A ferrovia
1) Leia o texto com atençã
O dono da fazenda estava na rede na varanda da casa quando veio um carro buzinando. Calmamente ele foi abrir o portão e desceram os engenheiros.
Viemos informar que a nova ferrovia vai passar dentro da sua fazenda.
Ferrr... o que, moço?
Ferrovia... o trem de ferro!
Ah, é? Trem de ferro?
Isso mesmo.
O senhor está dizendo que o trem vai passar todo dia aqui dentro da minha fazenda?
Exatamente.
Olha aqui, moço. Se o trem quiser vir, pode vir. Mas se está achando que, todo dia, eu vou abrir a porteira pra ele passar, tá muito enganado.
2) Responda:
a) Onde se encontrava o dono da fazenda?
_______________________________________________________________________
b) Qual a informação que os engenheiros foram levar?
_______________________________________________________________________
c) Qual foi a condição que o dono da fazenda impôs para a construção da ferrovia?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________
3) Numere as frases na ordem dos acontecimentos:
( ) Um carro veio buzinando.
( ) Os engenheiros explicaram o que é a ferrovia.
( ) O dono da fazenda estava na rede.
( ) O dono da fazenda entendeu que teria que abrir o portão para o trem passar.
( ) Os engenheiros explicaram o que foram fazer ali.
4) Ilustre o texto:
O dono da fazenda estava na rede na varanda da casa quando veio um carro buzinando. Calmamente ele foi abrir o portão e desceram os engenheiros.
Viemos informar que a nova ferrovia vai passar dentro da sua fazenda.
Ferrr... o que, moço?
Ferrovia... o trem de ferro!
Ah, é? Trem de ferro?
Isso mesmo.
O senhor está dizendo que o trem vai passar todo dia aqui dentro da minha fazenda?
Exatamente.
Olha aqui, moço. Se o trem quiser vir, pode vir. Mas se está achando que, todo dia, eu vou abrir a porteira pra ele passar, tá muito enganado.
2) Responda:
a) Onde se encontrava o dono da fazenda?
_______________________________________________________________________
b) Qual a informação que os engenheiros foram levar?
_______________________________________________________________________
c) Qual foi a condição que o dono da fazenda impôs para a construção da ferrovia?
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3) Numere as frases na ordem dos acontecimentos:
( ) Um carro veio buzinando.
( ) Os engenheiros explicaram o que é a ferrovia.
( ) O dono da fazenda estava na rede.
( ) O dono da fazenda entendeu que teria que abrir o portão para o trem passar.
( ) Os engenheiros explicaram o que foram fazer ali.
4) Ilustre o texto:
O dono da fazenda estava na rede na varanda da casa quando veio um carro buzinando. Calmamente ele foi abrir o portão e desceram os engenheiros.
Viemos informar que a nova ferrovia vai passar dentro da sua fazenda.
Ferrr... o que, moço?
Ferrovia... o trem de ferro!
Ah, é? Trem de ferro?
Isso mesmo.
O senhor está dizendo que o trem vai passar todo dia aqui dentro da minha fazenda?
Exatamente.
Olha aqui, moço. Se o trem quiser vir, pode vir. Mas se está achando que, todo dia, eu vou abrir a porteira pra ele passar, tá muito enganado.
2) Responda:
a) Onde se encontrava o dono da fazenda?
_______________________________________________________________________
b) Qual a informação que os engenheiros foram levar?
_______________________________________________________________________
c) Qual foi a condição que o dono da fazenda impôs para a construção da ferrovia?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________
3) Numere as frases na ordem dos acontecimentos:
( ) Um carro veio buzinando.
( ) Os engenheiros explicaram o que é a ferrovia.
( ) O dono da fazenda estava na rede.
( ) O dono da fazenda entendeu que teria que abrir o portão para o trem passar.
( ) Os engenheiros explicaram o que foram fazer ali.
4) Ilustre o texto:
O dono da fazenda estava na rede na varanda da casa quando veio um carro buzinando. Calmamente ele foi abrir o portão e desceram os engenheiros.
Viemos informar que a nova ferrovia vai passar dentro da sua fazenda.
Ferrr... o que, moço?
Ferrovia... o trem de ferro!
Ah, é? Trem de ferro?
Isso mesmo.
O senhor está dizendo que o trem vai passar todo dia aqui dentro da minha fazenda?
Exatamente.
Olha aqui, moço. Se o trem quiser vir, pode vir. Mas se está achando que, todo dia, eu vou abrir a porteira pra ele passar, tá muito enganado.
2) Responda:
a) Onde se encontrava o dono da fazenda?
_______________________________________________________________________
b) Qual a informação que os engenheiros foram levar?
_______________________________________________________________________
c) Qual foi a condição que o dono da fazenda impôs para a construção da ferrovia?
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3) Numere as frases na ordem dos acontecimentos:
( ) Um carro veio buzinando.
( ) Os engenheiros explicaram o que é a ferrovia.
( ) O dono da fazenda estava na rede.
( ) O dono da fazenda entendeu que teria que abrir o portão para o trem passar.
( ) Os engenheiros explicaram o que foram fazer ali.
4) Ilustre o texto:
A BRIGA DAS ÁRVORES CONTRA OS HOMENS
Moacir C. Lopes
No dia seguinte, no bosque distante, aquele velho carvalho de galhos imensos e um tronco tão largo que nem dez homens o abarcavam olhou em volta e sentiu-se triste, isolado num trecho de areia e de cascalho, vendo que as árvores antigas como ele tinham sido cortadas pelos homens da aldeia, e disse a um pé de alecrim que se agitava ao vento a alguns metros de distância:
–Estou muito aborrecido.
–Por quê?– Indagou o alecrim, na linguagem comum às árvores.
–Porque as companheiras da minha idade já não existem. Não tenho com quem conversar.
–Converse comigo– pediu o alecrim.
–Converse conosco–disseram outras árvores menores que viviam perto do carvalho.
Mas ele zombou:
–Conversar com você? Tem graça! Vocês são crianças, não sabem nada. Não conhecem o tempo como eu conheço. Estão mudando as primeiras folhas, possuem uns galhinhos mirrados que nem agüentam um vento forte. Sabem de uma coisa? Não têm assunto para mim.
O alecrim e as outras árvores sentiram-se ofendidas e insistiram:
–Nós estamos crescendo. Poderíamos até ser velhas e sábias como você, amigo carvalho, mas não tardarão a chegar aqui os homens da aldeia e nos abater, quebrar nossos galhos ou cortar-nos pelo tronco. É por isso que não chegamos a envelhecer.
( ALP - 3ª série )
COMPREENSÃO DO SIGNIFICADO
Diga o que você entende por estas expressões:
a) “um tronco tão largo que nem dez homens o abarcavam”
b) “na linguagem comum às árvores”
c) “no dia seguinte”
d) “Tem graça”
Você deve Ter observado que o autor faz algumas comparações.
“Não conhecem o tempo que eu conheço.”
“Poderíamos até ser velhas e sábias como você”
Faça algumas comparações:
a) Sou bonito como...
b) Ela é velha como...
c) Não chegamos a envelhecer como...
Escreva o que você conseguiu entender do texto. Não precisa usar as palavras do texto, mas você não pode mudar a história. Conte o que você conseguiu guardar, memorizar, entender a respeito da história que leu.
INTERPRETAÇÃO ESCRITA E OPINIÃO CRÍTICA
Respondas as perguntas:
1) Por que você acha que o texto recebeu o título “A briga das árvores contra os homens”?
2) Por que o carvalho sentia-se triste?
3) O carvalho estava com medo de ser cortado ou ele só se sentia sozinho? Como você chegou a essa conclusão?
4) Por que você acha que o carvalho escapou do corte? Imagine uma hipótese
.
5) Você poderia dizer que o carvalho tinha preconceito? Por quê?
6) Qual foi o sentimento transmitido pelo alecrim e pelas outras árvores quando o carvalho zombou delas? Por que você acha que eles se sentiram assim?
7) Qual a sua opinião sobre o tratamento dado ao alecrim pelo carvalho?
8) Por que as árvores pequenas, segundo o texto, nunca chegarão a ser velhas e sábias ?
9) Por que os homens cortam as árvores quando elas adquirem galhos e troncos?
10) Por que o carvalho estava sozinho? Como ele poderia estar alegre e feliz?
11) Por que aparece no texto a expressão “na linguagem comum às árvores”?
12) Imagine qual seria a resposta do carvalho para a última fala das árvores
.
13) Os homens são importantes nessa história? Por quê?
14) O que você acha que os homens poderiam fazer quando precisassem cortar uma árvore?
15) Para você resolver:
Na rua onde você mora há um terreno com uma linda árvore que dá sombra e frutos. Nesse lugar será construído um prédio. O que você acha que poderia ser feito para salvar a árvore?
16) Faça um desenho que represente o texto. Se quiser fazer vários desenhos ao invés de um, também pode.
Moacir C. Lopes
No dia seguinte, no bosque distante, aquele velho carvalho de galhos imensos e um tronco tão largo que nem dez homens o abarcavam olhou em volta e sentiu-se triste, isolado num trecho de areia e de cascalho, vendo que as árvores antigas como ele tinham sido cortadas pelos homens da aldeia, e disse a um pé de alecrim que se agitava ao vento a alguns metros de distância:
–Estou muito aborrecido.
–Por quê?– Indagou o alecrim, na linguagem comum às árvores.
–Porque as companheiras da minha idade já não existem. Não tenho com quem conversar.
–Converse comigo– pediu o alecrim.
–Converse conosco–disseram outras árvores menores que viviam perto do carvalho.
Mas ele zombou:
–Conversar com você? Tem graça! Vocês são crianças, não sabem nada. Não conhecem o tempo como eu conheço. Estão mudando as primeiras folhas, possuem uns galhinhos mirrados que nem agüentam um vento forte. Sabem de uma coisa? Não têm assunto para mim.
O alecrim e as outras árvores sentiram-se ofendidas e insistiram:
–Nós estamos crescendo. Poderíamos até ser velhas e sábias como você, amigo carvalho, mas não tardarão a chegar aqui os homens da aldeia e nos abater, quebrar nossos galhos ou cortar-nos pelo tronco. É por isso que não chegamos a envelhecer.
( ALP - 3ª série )
COMPREENSÃO DO SIGNIFICADO
Diga o que você entende por estas expressões:
a) “um tronco tão largo que nem dez homens o abarcavam”
b) “na linguagem comum às árvores”
c) “no dia seguinte”
d) “Tem graça”
Você deve Ter observado que o autor faz algumas comparações.
“Não conhecem o tempo que eu conheço.”
“Poderíamos até ser velhas e sábias como você”
Faça algumas comparações:
a) Sou bonito como...
b) Ela é velha como...
c) Não chegamos a envelhecer como...
Escreva o que você conseguiu entender do texto. Não precisa usar as palavras do texto, mas você não pode mudar a história. Conte o que você conseguiu guardar, memorizar, entender a respeito da história que leu.
INTERPRETAÇÃO ESCRITA E OPINIÃO CRÍTICA
Respondas as perguntas:
1) Por que você acha que o texto recebeu o título “A briga das árvores contra os homens”?
2) Por que o carvalho sentia-se triste?
3) O carvalho estava com medo de ser cortado ou ele só se sentia sozinho? Como você chegou a essa conclusão?
4) Por que você acha que o carvalho escapou do corte? Imagine uma hipótese
.
5) Você poderia dizer que o carvalho tinha preconceito? Por quê?
6) Qual foi o sentimento transmitido pelo alecrim e pelas outras árvores quando o carvalho zombou delas? Por que você acha que eles se sentiram assim?
7) Qual a sua opinião sobre o tratamento dado ao alecrim pelo carvalho?
8) Por que as árvores pequenas, segundo o texto, nunca chegarão a ser velhas e sábias ?
9) Por que os homens cortam as árvores quando elas adquirem galhos e troncos?
10) Por que o carvalho estava sozinho? Como ele poderia estar alegre e feliz?
11) Por que aparece no texto a expressão “na linguagem comum às árvores”?
12) Imagine qual seria a resposta do carvalho para a última fala das árvores
.
13) Os homens são importantes nessa história? Por quê?
14) O que você acha que os homens poderiam fazer quando precisassem cortar uma árvore?
15) Para você resolver:
Na rua onde você mora há um terreno com uma linda árvore que dá sombra e frutos. Nesse lugar será construído um prédio. O que você acha que poderia ser feito para salvar a árvore?
16) Faça um desenho que represente o texto. Se quiser fazer vários desenhos ao invés de um, também pode.
No dia seguinte, no bosque distante, aquele velho carvalho de galhos imensos e um tronco tão largo que nem dez homens o abarcavam olhou em volta e sentiu-se triste, isolado num trecho de areia e de cascalho, vendo que as árvores antigas como ele tinham sido cortadas pelos homens da aldeia, e disse a um pé de alecrim que se agitava ao vento a alguns metros de distância:
–Estou muito aborrecido.
–Por quê?– Indagou o alecrim, na linguagem comum às árvores.
–Porque as companheiras da minha idade já não existem. Não tenho com quem conversar.
–Converse comigo– pediu o alecrim.
–Converse conosco–disseram outras árvores menores que viviam perto do carvalho.
Mas ele zombou:
–Conversar com você? Tem graça! Vocês são crianças, não sabem nada. Não conhecem o tempo como eu conheço. Estão mudando as primeiras folhas, possuem uns galhinhos mirrados que nem agüentam um vento forte. Sabem de uma coisa? Não têm assunto para mim.
O alecrim e as outras árvores sentiram-se ofendidas e insistiram:
–Nós estamos crescendo. Poderíamos até ser velhas e sábias como você, amigo carvalho, mas não tardarão a chegar aqui os homens da aldeia e nos abater, quebrar nossos galhos ou cortar-nos pelo tronco. É por isso que não chegamos a envelhecer.
( ALP - 3ª série )
COMPREENSÃO DO SIGNIFICADO
Diga o que você entende por estas expressões:
a) “um tronco tão largo que nem dez homens o abarcavam”
b) “na linguagem comum às árvores”
c) “no dia seguinte”
d) “Tem graça”
Você deve Ter observado que o autor faz algumas comparações.
“Não conhecem o tempo que eu conheço.”
“Poderíamos até ser velhas e sábias como você”
Faça algumas comparações:
a) Sou bonito como...
b) Ela é velha como...
c) Não chegamos a envelhecer como...
Escreva o que você conseguiu entender do texto. Não precisa usar as palavras do texto, mas você não pode mudar a história. Conte o que você conseguiu guardar, memorizar, entender a respeito da história que leu.
INTERPRETAÇÃO ESCRITA E OPINIÃO CRÍTICA
Respondas as perguntas:
1) Por que você acha que o texto recebeu o título “A briga das árvores contra os homens”?
2) Por que o carvalho sentia-se triste?
3) O carvalho estava com medo de ser cortado ou ele só se sentia sozinho? Como você chegou a essa conclusão?
4) Por que você acha que o carvalho escapou do corte? Imagine uma hipótese
.
5) Você poderia dizer que o carvalho tinha preconceito? Por quê?
6) Qual foi o sentimento transmitido pelo alecrim e pelas outras árvores quando o carvalho zombou delas? Por que você acha que eles se sentiram assim?
7) Qual a sua opinião sobre o tratamento dado ao alecrim pelo carvalho?
8) Por que as árvores pequenas, segundo o texto, nunca chegarão a ser velhas e sábias ?
9) Por que os homens cortam as árvores quando elas adquirem galhos e troncos?
10) Por que o carvalho estava sozinho? Como ele poderia estar alegre e feliz?
11) Por que aparece no texto a expressão “na linguagem comum às árvores”?
12) Imagine qual seria a resposta do carvalho para a última fala das árvores
.
13) Os homens são importantes nessa história? Por quê?
14) O que você acha que os homens poderiam fazer quando precisassem cortar uma árvore?
15) Para você resolver:
Na rua onde você mora há um terreno com uma linda árvore que dá sombra e frutos. Nesse lugar será construído um prédio. O que você acha que poderia ser feito para salvar a árvore?
16) Faça um desenho que represente o texto. Se quiser fazer vários desenhos ao invés de um, também pode.
Moacir C. Lopes
No dia seguinte, no bosque distante, aquele velho carvalho de galhos imensos e um tronco tão largo que nem dez homens o abarcavam olhou em volta e sentiu-se triste, isolado num trecho de areia e de cascalho, vendo que as árvores antigas como ele tinham sido cortadas pelos homens da aldeia, e disse a um pé de alecrim que se agitava ao vento a alguns metros de distância:
–Estou muito aborrecido.
–Por quê?– Indagou o alecrim, na linguagem comum às árvores.
–Porque as companheiras da minha idade já não existem. Não tenho com quem conversar.
–Converse comigo– pediu o alecrim.
–Converse conosco–disseram outras árvores menores que viviam perto do carvalho.
Mas ele zombou:
–Conversar com você? Tem graça! Vocês são crianças, não sabem nada. Não conhecem o tempo como eu conheço. Estão mudando as primeiras folhas, possuem uns galhinhos mirrados que nem agüentam um vento forte. Sabem de uma coisa? Não têm assunto para mim.
O alecrim e as outras árvores sentiram-se ofendidas e insistiram:
–Nós estamos crescendo. Poderíamos até ser velhas e sábias como você, amigo carvalho, mas não tardarão a chegar aqui os homens da aldeia e nos abater, quebrar nossos galhos ou cortar-nos pelo tronco. É por isso que não chegamos a envelhecer.
( ALP - 3ª série )
COMPREENSÃO DO SIGNIFICADO
Diga o que você entende por estas expressões:
a) “um tronco tão largo que nem dez homens o abarcavam”
b) “na linguagem comum às árvores”
c) “no dia seguinte”
d) “Tem graça”
Você deve Ter observado que o autor faz algumas comparações.
“Não conhecem o tempo que eu conheço.”
“Poderíamos até ser velhas e sábias como você”
Faça algumas comparações:
a) Sou bonito como...
b) Ela é velha como...
c) Não chegamos a envelhecer como...
Escreva o que você conseguiu entender do texto. Não precisa usar as palavras do texto, mas você não pode mudar a história. Conte o que você conseguiu guardar, memorizar, entender a respeito da história que leu.
INTERPRETAÇÃO ESCRITA E OPINIÃO CRÍTICA
Respondas as perguntas:
1) Por que você acha que o texto recebeu o título “A briga das árvores contra os homens”?
2) Por que o carvalho sentia-se triste?
3) O carvalho estava com medo de ser cortado ou ele só se sentia sozinho? Como você chegou a essa conclusão?
4) Por que você acha que o carvalho escapou do corte? Imagine uma hipótese
.
5) Você poderia dizer que o carvalho tinha preconceito? Por quê?
6) Qual foi o sentimento transmitido pelo alecrim e pelas outras árvores quando o carvalho zombou delas? Por que você acha que eles se sentiram assim?
7) Qual a sua opinião sobre o tratamento dado ao alecrim pelo carvalho?
8) Por que as árvores pequenas, segundo o texto, nunca chegarão a ser velhas e sábias ?
9) Por que os homens cortam as árvores quando elas adquirem galhos e troncos?
10) Por que o carvalho estava sozinho? Como ele poderia estar alegre e feliz?
11) Por que aparece no texto a expressão “na linguagem comum às árvores”?
12) Imagine qual seria a resposta do carvalho para a última fala das árvores
.
13) Os homens são importantes nessa história? Por quê?
14) O que você acha que os homens poderiam fazer quando precisassem cortar uma árvore?
15) Para você resolver:
Na rua onde você mora há um terreno com uma linda árvore que dá sombra e frutos. Nesse lugar será construído um prédio. O que você acha que poderia ser feito para salvar a árvore?
16) Faça um desenho que represente o texto. Se quiser fazer vários desenhos ao invés de um, também pode.
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